Os protestos de junho de 2013 reacenderam a vontade de muitos brasileiros em sair às ruas para reivindicar seus direitos, e levou às ruas quem nunca havia se manifestado – na sua maioria, jovens. A partir do dia 1º de setembro, quando Michel Temer assumiu definitivamente a Presidência da República, até 2018, as ruas foram preenchidas, novamente, com o povo.
Em São Paulo, os “atos” – como são chamadas essas manifestações – aconteceram todos os dias desde que Temer assumiu o governo. No aniversário da independência brasileira, 100 mil pessoas foram às ruas em Salvador. Nas demais capitais, somam-se dezenas de atos durante a semana. Nos protestos, os gritos de “Fora Temer” ou “Temer Golpista” são estridentes. Mas canta-se também: “Temer machista, cadê nossas ministras?” ou “Se empurrar o Temer cai”. Fato é que as razões que levam a população às ruas são muitas e diversas – isso porque não são apenas grupos fechados, de movimentos sociais ou ideologias definidas.
Vão às ruas estudantes, jovens, trabalhadores, professores; pessoas que têm seus motivos para estar ali.
Militantes de diversos movimentos aderiram ao protesto contra o presidente alegando que o impeachment da até então presidente Dilma Rousseff teria sido um golpe de estado, além de não concordarem com as mudanças e cortes que Temer propunha.
Vão às ruas estudantes, jovens, trabalhadores, professores; pessoas que têm seus motivos para estar ali.
Militantes de diversos movimentos aderiram ao protesto contra o presidente alegando que o impeachment da até então presidente Dilma Rousseff teria sido um golpe de estado, além de não concordarem com as mudanças e cortes que Temer propunha.

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